- A associação Quercus defende que as produtoras de energia que operam barragens contribuam para o fundo de apoio a catástrofes.
- A contribuição deve ser uma percentagem dos lucros extraordinários gerados pela acumulação hídrica nas barragens.
- O objetivo é financiar medidas de proteção e recuperação em caso de calamidades.
- O fundo de apoio a catástrofes foi anunciado pelo Governo na quinta-feira.
- A proposta envolve apenas as empresas que obtêm lucros extraordinários com a água armazenada nas barragens.
A associação ambientalista Quercus defende que as empresas que produzem energia a partir de barragens contribuam para o fundo de apoio a catástrofes. A ideia é aplicar uma percentagem dos lucros extraordinários resultantes da acumulação hídrica nas barragens.
A medida surge na sequência do anúncio feito pelo Governo, na quinta-feira, de criar um fundo destinado a apoiar situações de calamidade. A Quercus solicita que a contribuição incida sobre os lucros acima do previsto, gerados pela água em regime de acumulação hídrica.
Proposta de contribuição
A organização ambiental defende que a partilha dos lucros extraordinários seja direcionada ao fundo de calamidade, com o objetivo de financiar respostas rápidas e evitar custos sociais adicionais. A proposta centra-se numa participação direta dos produtores de energia hidroeléctrica nos encargos promovidos pela eventos climáticos extremos.
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