- A PSP recusou a entrada a cinquenta e duas pessoas nos aeroportos de Lisboa e do Porto durante a operação europeia Joint Action Day Stopover cinco.
- A operação decorreu de dois a oito de fevereiro e envolveu oitocentos e setenta e quatro agentes da PSP.
- A ação foi coordenada pela Frontex, no âmbito da Plataforma Multidisciplinar Europeia Contra Ameaças Criminosas (EMPACT), com foco na imigração ilegal, tráfico de seres humanos, tráfico de droga e fraude documental.
- Em Portugal, a operação foi conduzida pela Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) nos aeroportos Humberto Delgado, em Lisboa, e Francisco Sá Carneiro, no Porto; foram detetadas nove fraudes documentais, dois casos com documentos genuínos pertencentes a terceiros, um facilitador de imigração ilegal e uma detenção por permanência ilegal.
- A PSP sublinha o reforço do controlo das fronteiras externas e a cooperação com autoridades nacionais e agências europeias.
A PSP informou que 874 agentes participaram, numa operação europeia coordenada pela Frontex, no âmbito da EMPACT. Entre 2 e 8 de fevereiro, a ação visou reforçar os controlos nas fronteiras aéreas externas da UE, com foco na imigração ilegal, tráfico de seres humanos, droga e fraude documental.
Em Portugal, a operação Joint Action Day Stopover 5 decorreu nos aeroportos Humberto Delgado, em Lisboa, e Francisco Sá Carneiro, no Porto. O objetivo foi intensificar a fiscalização de passageiros e documentos na entrada de território nacional.
Os resultados apurados incluem 52 recusas de entrada e 9 casos de fraude documental detectados nos dois aeroportos. Foram ainda identificados dois casos de uso de documentos genuínos pertencentes a terceiros, um facilitador de imigração ilegal e uma detenção por permanência ilegal.
Detalhes operacionais
A PSP sublinhou que a participação na ação reforça o compromisso de controlar as fronteiras externas e de colaborar com autoridades nacionais e agências europeias. Além das recusas, houve detecção de casos de fraude e de uso indevido de documentos, evidenciando a atuação integrada entre entidades portuguesas e estruturas europeias.
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