- Um vídeo viral mostra uma batalha cinematográfica entre Brad Pitt e Tom Cruise gerada por IA, suscitando temores em Hollywood sobre o seu impacto.
- Sam Altman, fundador da OpenAI, defendeu a IA frente a críticas sobre o consumo de energia dos data centers, comparando com aspetos da evolução humana.
- O texto alerta para o risco de colocar máquinas no mesmo patamar dos humanos, descrevendo cenários distópicos onde a humanidade fica em segundo plano.
- Questiona-se quem paga pelos conteúdos usados para treinar IA e pelos conteúdos criados pela IA, incluindo direitos de autor e jornalistas.
- A notícia sustenta que, sem conteúdo humano, os agentes de IA não existem, sugerindo que a energia humana está ligada ao funcionamento da IA.
A explosão de vídeos gerados por inteligência artificial continua a surpreender. Desta vez, circula um clipe de uma batalha cinematográfica entre Brad Pitt e Tom Cruise, que nunca existiu, apresentado como demonstração das capacidades da IA.
O episódio acontece numa altura em que os estúdios de Hollywood olham com cautela para estas tecnologias. O vídeo viral levanta questões sobre originalidade, direitos de autor e o impacto económico da criação gerada por máquinas.
Na origem do debate, está Sam Altman, fundador da OpenAI, que defende a IA face às críticas de consumo energético. Numa comparação, afirma que a energia despendida pela humanidade ao longo de milénios não pode ser ignorada quando se discute IA.
Altman também sustenta que o ser humano, ao longo de 20 anos de formação, desenvolve inteligência que as máquinas reproduzem a partir dos dados existentes. A mensagem integra o impulso para reconhecer o papel da energia na evolução tecnológica.
O debate estende-se para a titularidade de conteúdos usados para treinar sistemas de IA. Quem paga direitos de autor ou jornalistas quando a IA recria imagens, textos ou vozes a partir de conteúdos humanos? A questão permanece sem resposta única.
Por fim, as imagens de Pitt e Cruise geradas pela IA levantam dúvidas sobre quem remunera criadores originais. Direitos de autor, pagamento de obras e impacto sobre as agências de comunicação são temas centrais que permanecem em análise.
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