- Cláudio Coimbra, que já cumpre 20 anos de cadeia pelo homicídio de Fábio Guerra, foi condenado pelo Tribunal de Setúbal a seis anos e meio de prisão por agressões em grupo a dois jovens em Sesimbra, em 2019.
- Uma das vítimas ficou inconsciente após ser pontapeada na cabeça e só recuperou os sentidos na ambulância dos bombeiros.
- Coimbra foi ainda condenado pela detenção de arma proibida, por ter em casa munições da espingarda militar G3, que admitiu ter levado sem autorização da Base do Alfeite.
- Foi igualmente condenado por furto simples, por ter levado o telemóvel e cinco euros de uma das vítimas.
Cláudio Coimbra, fuzileiro que já cumpre 20 anos de cadeia pelo homicídio do agente da PSP Fábio Guerra à porta de uma discoteca em Lisboa, foi condenado pelo Tribunal de Setúbal a seis anos e meio de prisão por agressões em grupo a dois jovens, ocorridas numa festa em Sesimbra, em 2019.
O veredito aponta que as agressões decorreram durante a comemoração, com um dos jovens a ficar inconsciente após ser pontapeado na cabeça; o estado de saúde foi observado na ambulância dos bombeiros. Os incidentes tiveram lugar no concelho de Sesimbra.
Além das agressões, o arguido foi condenado por detenção de arma proibida, na sequência de terem sido encontradas munições da espingarda militar G3 em casa, montagem que o próprio reconheceu ter levado sem autorização da Base do Alfeite.
A sentencia inclui ainda uma condenação por furto simples, relativo ao telemóvel e a cinco euros pertencentes a uma das vítimas, de que Coimbra se apropriou durante o incidente.
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