- Um batelão de extração de areia, chamado Plutão, abandonado no Douro entre Magrelos e Espadanedo há cerca de nove anos, vai ser recuperado e transferido para o Tejo na primavera.
- A decisão foi anunciada pela Sociedade de Extração de Agregados; a empresa Ambiental de Portos (EPA) pretende que a embarcação trabalhe na zona da Póvoa de Santa Iria.
- O barco esteve na atividade até 2009 ou 2010, pertenceu à empresa Fafstone e foi vendido há cerca de nove anos à EPA, que não chegou a levar o batelão.
- Questões burocráticas da Capitania do Douro adiaram a viagem para setembro ou outubro após a aquisição, e houve obras de recuperação da chapa e tentativa de reboques.
- Nos últimos dois anos, tentaram rebocar o barco pela Inersel, mas não houve condições de segurança; pretendem aproveitar a próxima primavera para a intervenção final antes da viagem de verão.
Um batelão dedicado à extração de areia, abandonado no Douro em Cinfães há quase uma década, será recuperado e transferido para o Tejo na próxima primavera. A operação envolve reparos no estaleiro da Inersel, do outro lado do rio.
O anúncio foi feito pela Sociedade de Extração de Agregados, após uma denúncia recebida pela Lusa sobre o estado do barco, com maquinaria pesada a bordo, corroído e parcialmente submerso. O risco ambiental é citado pela empresa.
O barco, conhecido como Plutão, pertenceu à empresa Fafstone e operou no Douro até cerca de 2009-2010, segundo o antigo proprietário Filipe Silva. O motivo para a permanência no local tem relação com questões burocráticas.
Plano de transferência para o Tejo
A EPA explicou à Lusa que a intenção é levar o batelão para a zona da Póvoa de Santa Iria, no Tejo, após as reparações. A operação está prevista para a primavera, com viagem garantida após a conclusão de trabalhos no estaleiro.
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