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Aeroporto do Porto na rota de voos usados por redes de imigração ilegal

Operação no Porto detecta uso de voo da Etiópia por redes de imigração ilegal; quatro moçambicanos retidos e repatriados.

Passageiros suspeitos ficaram retidos numa sala da UNEF
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  • O Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, recebeu um voo proveniente da Etiópia com vários passageiros moçambicanos a bordo.
  • A operação foi classificada como de risco pela Polícia de Segurança Pública (PSP) Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF).
  • No primeiro controlo, seis passageiros ficaram retidos devido a suspeitas de fraude documental.
  • Verificou-se falsificação dos termos de responsabilidade apresentados; quatro moçambicanos foram escoltados de volta ao avião para regressar à Etiópia.
  • A PSP registou a atuação no Porto como parte de operações para travar entradas de redes de imigração ilegais, com mais de 2.400 passageiros travados.

O Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, recebeu um voo vindo da Etiópia na última quinta-feira, com vários passageiros de nacionalidade moçambicana a bordo. O serviço de salvaguarda de fronteiras classificou o voo como de risco.

A operação foi efetuada pela Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) da PSP. No primeiro controlo, seis passageiros ficaram retidos por suspeitas de fraude documental, segundo fontes oficiais.

Foi verificada uma alegada falsificação dos termos de responsabilidade apresentados pelos passageiros, o que motivou as diligências iniciais no aeroporto. A investigação prosseguiu durante a manhã.

Pelas 18h do mesmo dia, quatro dos moçambicanos retidos foram escoltados de regresso à Etiópia, a bordo do mesmo avião. Não foram divulgados detalhes adicionais sobre o restante do grupo ou desfechos subsequentes.

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