- Jorge Loureiro disse ter acordado com o cheiro a queimado, vindo da rua onde o seu Volvo ardia à porta de casa.
- A vítima descreveu o momento em que descobriu o fogo no veículo.
- A acusação sustenta que a jurista Joana Coutinho e o marido, Juvenal Sá, foram à Rua dos Rouxinóis, em outubro de dois mil e vinte e um, às três horas, com acelerante de combustão e isqueiro, para incendiar o automóvel.
- O incêndio provocou um prejuízo de 6.500 euros ao casal.
- O processo está a ser julgado no Tribunal de Braga,, tendo começado na semana passada.
O caso envolvendo uma advogada de Esposende, Joana Coutinho, e o marido, Juvenal Sá, está a ser julgado no Tribunal de Braga desde a semana passada. Os arguidos são acusados de incendiar o automóvel de terceiros na madrugada de outubro de 2021.
Segundo a acusação, o casal deslocou-se à Rua dos Rouxinóis, na altura por volta das 3 horas, com um acelerante de combustão e um isqueiro. O objetivo alegado era incendiar o carro estacionado à porta de casa de uma das vítimas.
A vítima Jorge Loureiro descreveu que acordou com um forte cheiro a queimado proveniente da rua, onde o seu Volvo estava estacionado. O fogo consumiu o veículo, provocando um prejuízo de cerca de 6.500 euros, de acordo com a acusação.
O processo encontra-se em julgamento no Tribunal de Braga, com as informações fornecidas pela acusação a apontar para a autoria dos factos por parte dos dois arguidos. As restantes informações processuais não foram divulgadas neste momento.
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