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A liturgia não é uma peça de museu: prática e relevância

Papa Leão XIV afirma que a liturgia não é museu; enfatiza escutar, jejuar e unir fiéis, com renovação adaptada às necessidades do povo

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  • O Papa Leão XIV destacou que Quaresma deve ser marcada por escutar a voz de Deus e do Mundo, jejuar das palavras ofensivas e estar juntos uns dos outros.
  • O subsecretário do Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, em Braga, afirmou que a liturgia não é uma peça de museu.
  • Defendeu uma criatividade na fidelidade para garantir a participação dos fiéis na liturgia.
  • A Igreja entregou a liturgia, mas ela não é monolítica nem fossilizada, devendo adaptar-se às necessidades dos fiéis.
  • Ressalvou que, no passado, movimentos de renovação receberam resistência organizacional internacional.

A liturgia não deve ser encarada como uma peça de museu, afirmou o subsecretário do Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos (Santa Sé), em Braga. O legado da Quaresma, sugeriu, passa por três palavras-chave: Escutar, Jejuar e estar Juntos, para fortalecer a participação dos fiéis.

Na sua intervenção, o representante pontifício defendeu uma abordagem criativa na fidelidade, sublinhando que a Liturgia não é monolítica nem fossilizada. O objetivo é adaptar-se às necessidades dos fiéis, mantendo a essência da celebração litúrgica em ação e mudança.

O debate, que decorreu durante a última crónica, recordou que renovação litúrgica enfrentou resistências organizadas internacionalmente no passado. A autoridade religiosa lembrou ainda que a Igreja entregou-nos a Liturgia, mas não a definiu como estática, salientando a importância da participação ativa dos fiéis.

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