- Steve Bannon, católico praticante, chamou Jeffrey Epstein de “o próprio Diabo”, não apenas pela pedofilia, mas por ser “incrivelmente inteligente”.
- A declaração de Bannon aparece numa referência a Epstein entre comentários de leitores do PÚBLICO.
- O contexto mencionou um Coffee break sobre Darwin e os negacionistas, no qual se discutiu Epstein.
- O texto ainda questiona publicamente que resposta daria o padre que o abençoa aos domingos.
Steve Bannon, figura associada ao conservadorismo, descreveu Epstein como o próprio Diabo, argumentando que a sua inteligência era o elemento marcante, apesar das gravidades associadas aos seus crimes. A afirmação surgiu num contexto de comentários de leitores.
A declaração foi partilhada no âmbito de uma leitura de público publicada no Coffee break, espaço de opinião do PÚBLICO dedicado a debates sobre ciência e sociedade. O tema em análise era Darwin e os negacionistas.
Segundo o relato, a observação não visava apenas descrever Epstein, mas sublinhar uma leitura crítica sobre a forma como figuras públicas são avaliadas pela complexidade de suas ações. A reação entre leitores dividiu-se entre surpresa e reflexão.
A publicação evidencia ainda o debate sobre a relação entre fé e figuras controvertidas, mencionando a hipótese de um sacerdote que o abençoaria aos domingos, o que suscitou perguntas sobre o papel da religião na percepção pública de personalidades assim.
Não se conhece a formação do comentário nem a identidade do autor, mas a troca de mensagens ocorreu entre leitores que acompanhavam o texto original sobre Darwin e os negacionistas. O assunto mantém-se no cerne da discussão pública.
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