- Sarah Ferguson, antiga duquesa de York, continua envolvida no caso Epstein, com novos documentos a exporem ligações pessoais e empresariais com o pedófilo.
- Aos 66 anos, Ferguson terá deixado o Reino Unido para um destino secreto, mantendo-se em silêncio e sem registo do paradeiro.
- Os arquivos revelam que, mesmo após a condenação de Epstein, houve contactos entre Ferguson e o criminoso, além de ligações financeiras que se estenderam por cerca de quinze anos.
- Entre as mensagens divulgadas estão referências a voos para Miami em 2009 e a menções a possíveis benefícios para as filhas de Ferguson, Beatrice e Eugenie, incluindo um alegado “fim de semana de sexo”.
- Após a detenção do príncipe André, o rei Carlos III expressou preocupação e afirmou colaborar com as autoridades; surgem especulações de que Ferguson possa estar sob escrutínio como parte do processo.
Sarah Ferguson, antiga duquesa de York, está envolvida no caso Epstein, com novos documentos a revelar ligações pessoais e empresariais ao pedófilo. A imprensa britânica diz que Ferguson deixou o Reino Unido, indo para um destino secreto, mantendo-se em silêncio.
As mensagens entre Ferguson e Jeffrey Epstein mostram vínculos que perduraram após a condenação do empresário. Registos indicam visitas a Epstein em Miami em 2009, cinco dias após a libertação, e contatos frequentes desde então.
Documentos apontam para participações financeiras de Ferguson em negócios ligados a Epstein, incluindo pedidos de dinheiro e até a oferta de emprego. Registos indicam uma relação que durou cerca de 15 anos, contestada em parte pela família.
O casal ex-mônio do Príncipe André foi alvo de reações oficiais. O rei Carlos III expressou preocupação, mantendo a fé num processo justo e na cooperação com as autoridades.
Segundo fontes próximas, Beatrice e Eugenie não teriam conhecimento do paradeiro da mãe, e as filhas da ex-duquesa não teriam sido informadas sobre o novo destino.
Antes, um porta-voz de Ferguson afirmou que a relação com Epstein tinha terminado assim que as acusações se tornaram conhecidas. Agora, os novos documentos desafiam essa versão, revelando contatos contínuos.
O caso Epstein já provocou mudanças em instituições de caridade e negócios ligados ao judiciário britânico. Não há confirmação oficial sobre desfechos para Ferguson ou para outras figuras associadas.
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