- A PSP afirma que não houve falhas no dispositivo de segurança do dérbi de futsal que terminou 2-2; muitos dos detidos já eram conhecidos pela polícia.
- O comissário Vítor Patrica destacou, ao Now, que muitos adeptos detidos tinham registo na Unidade Distrital de Informações Desportivas (spotters).
- Nesta sexta-feira foram detidos 124 casuais de Benfica e Sporting envolvidos numa rixa nas imediações de Alvalade; o dispositivo montado foi considerado ajustado com base nas informações recolhidas.
- Patrica sublinhou que os adeptos de risco tentam chegar aos locais dos encontros de forma dissimulada, evitando deteção, num espaço com várias vias de acesso.
- Para o dérbi de segunda-feira na Luz, o policiamento será ajustado, com os spotters a acompanhar os adeptos de risco da área metropolitana de Lisboa.
O PSP rejeita que tenha ocorrido falha de segurança no dérbi de futsal empatado a 2 bolas. O comissário Vítor Patrica afirmou ao Now que muitos dos detidos já eram conhecidos pela polícia, através da Unidade Distrital de Informações Desportivas (spotters).
Ontem, após a detenção de 124 adeptos casuais de Benfica e Sporting nas imediações de Alvalade, o responsável considerou o dispositivo de segurança ajustado com base nas informações recolhidas. A PSP sustenta que o planeamento foi ajustado ao contexto.
Segundo Patrica, os adeptos de risco de ambos os clubes costumam evitar aparições diretas e tentam aceder aos locais dos encontros de forma dissimulada para enfrentar o adversário. A área envolvente do pavilhão é extensa e as vias de acesso são muitas, o que complica o perímetro de vigilância.
Para o dérbi da próxima segunda-feira, na Luz, o policiamento será revisto e poderá sofrer alterações. Os eventos desportivos exigem planeamento prévio e ajustes conforme as informações recebidas, com os spotters a acompanhar a atividade de risco na Área Metropolitana de Lisboa.
Patrica explicou que o papel dos spotters é monitorizar os adeptos de risco e apoiar a resposta policial na gestão de eventos. A PSP reforçou que a proteção do recinto e o controlo de acessos permanecem prioritários, dentro das possibilidades logísticas disponíveis.
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