- O ex-príncipe Andrew continua sob investigação após ser libertado na quinta-feira à noite, tendo sido fotografado no banco de trás de um carro com motorista em direcção a Sandringham.
- A polícia voltou a revistar a casa antiga de Mountbatten-Windsor, na sexta-feira, um dia depois de ele ter sido detido por quase 11 horas por suspeita de má conduta em funções públicas ligada a Jeffrey Epstein.
- As buscas decorreram em Wood Farm, onde ele reside temporariamente, e em Royal Lodge, antiga casa no parque de Windsor, enquanto aguarda a conclusão das obras na nova residência em Marsh Farm.
- Carrinhas descaracterizadas, presumivelmente da polícia, entraram no recinto durante a manhã de sexta-feira.
- A detenção não está relacionada com acusações de tráfico sexual; o Ministério Público da Coroa ainda não decidiu sobre eventual acusação, mantendo Andrew na linha de sucessão ao trono sem ter sido exonerado.
O ex-príncipe André continua a ser objeto de investigação após a sua libertação de uma esquadra da polícia perto de Sandringham, na quinta-feira à noite. A imprensa mostrou-o deitado no banco de trás de um veículo com motorista, numa situação que gerou várias perguntas sobre o seu estatuto e ligações a Jeffrey Epstein.
Na sexta-feira, a polícia efetuou novas buscas nas residências associadas ao duque, incluindo Wood Farm, onde Andrew Mountbatten-Windsor reside enquanto aguarda a mudança para Marsh Farm, próxima da propriedade. As buscas prosseguiram no Royal Lodge, antiga casa do irmão do rei, perto do Castelo de Windsor.
Investigações em curso
As autoridades não concluíram o processo como acusação ou exoneração. A Thames Valley Police mantém o líder do caso e ainda não indicou se existem acusações formais contra Mountbatten-Windsor.
As autoridades ressaltam que a detenção, ocorrida na quinta-feira, não está relacionada com alegadas atividades de tráfico sexual. A investigação foca-se nas ligações com Epstein e na possível partilha de informações comerciais confidenciais.
Perspetivas legais e próximos passos
Relatórios do Departamento de Justiça dos EUA sugerem que Mountbatten-Windsor teria partilhado relatórios de visitas oficiais a zonas como Hong Kong, Vietname e Singapura. O Ministério Público da Coroa analisará se deve ou não levar o caso a tribunal, após um exame em duas fases.
Advogados consultados lembram que é necessário provar que o ex-príncipe desempenhava função pública como enviado comercial e que houve violação de confiança pública. O processo pode exigir decisões judiciais pré-julgamento para enquadrar o caso, num contexto complexo.
Enquanto o inquérito decorre, Mountbatten-Windsor continua livre para prosseguir com a sua vida, e não há confirmação de condenação até ao momento. A polícia da região mantém a investigação em curso e não avança prazos para resultados.
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