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Matilde Breyner revela luta contra perda gestacional e solidão

Matilde Breyner recorda a perda gestacional aos seis meses da filha Zoe e o sentimento de solidão no luto, apesar do apoio recebido

Matilde Breyner
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  • A atriz Matilde Breyner, 41 anos, falou sobre a perda gestacional da filha Zoe aos seis meses, no podcast do jornal Público.
  • Depois de engravidar pela primeira vez, recebeu um diagnóstico de malformações que levou à perda da bebé Zoe; em dezembro de 2023 nasceu Mia.
  • Ela afirma ser mãe de duas filhas, mesmo que apenas uma tenha sobrevivido à gravidez.
  • Dizia que a gravidez transforma a vida, os planos e a cabeça, e que, de repente, surgem momentos em que tudo fica em ponto zero.
  • Revela ainda o sentimento de solidão que acompanha o luto, mesmo com apoio médico e de familiares e amigos, porque a dor é única para cada pessoa.

Matilde Breyner, de 41 anos, abriu o espaço para falar sobre a perda gestacional da filha Zoe, aos seis meses de gravidez. A atriz partilhou o relato no podcast A Vida Não é o Que Parece, do jornal Público, numa conversa emotiva sobre uma das experiências mais duras da sua vida.

A artista, casada com o ator Tiago Felizardo, recorda o momento em que, após engravidar pela primeira vez, recebeu um diagnóstico de malformações que levou à perda da bebé Zoe. O anúncio ganhou as redes sociais, onde recebeu o apoio dos seguidores.

Um ano depois, Breyner anunciou a segunda gravidez e, em dezembro de 2023, nasceu Mia. Apesar do nascimento da filha, a atriz sublinha que continua a considerar-se mãe de duas raparigas, mesmo que Zoe já não esteja entre as famílias.

Testemunho no podcast

Breyner descreve que a gravidez altera profundamente a vida, os planos e os sonhos de uma pessoa. Conforme afirma, o retorno à vida quotidiana pode exigir recomeços e ajustes significativos quando a gravidez não se pode concretizar.

A atriz também reflete sobre a sensação de solidão que muitas pessoas enfrentam no luto gestacional. Apesar de ter recebido apoio médico, de amigos e de parte da comunidade, admite que houve momentos em que se sentiu sozinha, e que cada um processa a dor à sua maneira.

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