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Jorge Sobrado fala sobre Pulmão Cultural e expansão por estruturas independentes

Vereador da Câmara do Porto aumenta orçamento da Cultura para 32 milhões de euros e aposta em festivais e obras nas bibliotecas

Jorge Sobrado entre um poema de Vasco Graça Moura e um versículo da Bíblia, no seu gabinete na Câmara do Porto
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  • Jorge Sobrado completou cem dias como vereador da Cultura da Câmara do Porto.
  • Eleito como independente pelo PS, transitou para o executivo do PSD, assegurando a maioria ao presidente.
  • O orçamento da Cultura teve um aumento de sete milhões de euros neste ano.
  • O vereador defende “resgatar a palavra” na política cultural, anunciando um novo festival das bibliotecas municipais e o festival Babell, com obras na Biblioteca Municipal do Porto como grande investimento.
  • Anuncia reajustes na programação dos teatros Rivoli e Campo Alegre e o aumento do orçamento da Cultura de 24 para 32 milhões de euros por ano.

Jorge Sobrado celebrou 100 dias como vereador da Cultura da Câmara do Porto, com foco no que ele define como “resgate do texto e da palavra” no centro da política cultural. O cargo foi ocupado por um independente apoiado pelo PS, que transitou para o Executivo de Pedro Duarte, do PSD, dando maioria ao presidente.

O político aponta para um reforço do orçamento da Cultura, que este ano passa de 24 para 32 milhões de euros. A mudança surge num contexto de continuidade reformista, sem rejeitar trabalho anterior, apenas com ajustes necessários.

Entre as ações anunciadas, Sobrado prevê um novo festival das bibliotecas municipais e o festival Babell, da Fundação Livraria Lello. Além disso, aponta obras na Biblioteca Municipal do Porto como prioridade de investimento.

O vereador também antecipa reajustamentos na linha de programação dos teatros Rivoli e Campo Alegre, com foco na ampliação de atividades culturais para o próximo mandato. A meta é ampliar o alcance das estruturas culturais da cidade.

Sobrado já ocupou cargos relevantes, como vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, e diretor do Museu da Cidade e das Bibliotecas Municipais do Porto. Exerceu também a vereação da Cultura em Viseu.

Em entrevista ao JN, o político defende uma gestão mais ampla da cultura, mantendo a linha de continuidade com reformas, sem rupturas. Entre aspas, o objetivo é colocar a cultura no centro da política local.

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