- O Governo admite captar mão de obra no estrangeiro para o programa PTRR, mas recusa criar “novos canais”.
- A primeira fase do PTRR vai responder aos territórios afetados pelo mau tempo, recorrendo aos instrumentos já existentes.
- A prioridade é contratar internamente, usando mão de obra nacional e estrangeira já residente no país.
- O IEFP poderá acelerar a reafetação através de formação profissional nas áreas carenciadas.
- Só após a contratação interna, se persistirem necessidades, recorre-se à captação no estrangeiro, recorrendo a canais existentes, que podem ser alargados, incluindo rede consular, vistos céleres e missões do IEFP nos países lusófonos.
Nas medidas da primeira versão do PTRR, o Governo de Luís Montenegro prevê responder aos territórios afetados pelo mau tempo. A prioridade inicial é a resposta rápida às populações atingidas.
Segundo o documento em consulta pública, não haverá criação de canais próprios para captar mão de obra estrangeira. Em vez disso, serão usados instrumentos já existentes para responder às necessidades locais, evitando lançamentos precipitados.
Apoio à mão de obra será monitorizado pelo IEFP, com prioridade à contratação interna. A empresa afirma que o recurso a trabalhadores estrangeiros só ocorrerá se persistirem carências após a adequação interna.
Recursos existentes e captação no estrangeiro
Caso seja necessário preencher vagas, o Governo indica o uso de canais já em funcionamento, com possível alargamento. Medidas incluem ampliar a rede consular, vistos céleres e missões do IEFP em países lusófonos, desde que haja compromisso de integração dos trabalhadores.
Entre na conversa da comunidade