- O documentário autobiográfico da influenciadora Marie chegou aos cinemas nacionais a 12 de fevereiro de 2026 e, menos de uma semana depois, saiu de quase todas as salas, mantendo apenas o Cinema City de Alvalade em exibição.
- A Promenade, produtora do filme, explicou que haverá sessões especiais em várias salas ao longo dos próximos meses, incluindo Fernando Lopes (21 de fevereiro), Castelo Branco (24 de fevereiro) e Póvoa do Varzim (8 de março).
- A produtora afastou a ideia de ter decidido pela saída e destacou que a permanência em sala depende dos exibidores; afirmou ainda que o filme registou números “interessantes”, com 1.148 espectadores na primeira semana em nove salas.
- Dados do ICA indicam que, até 18 de fevereiro, o filme acumulou pouco mais de cinco mil euros de receita bruta; o ICA ajudou com cerca de 40 mil euros à montagem da produção.
- A Promenade anunciou planos para futuramente manter o filme em cineclubes e, posteriormente, em plataformas de vídeo on demand (vod), citando o aumento de estreias e os Óscares como fatores que influenciam as opções dos exibidores.
O documentário autobiográfico protagonizado pela influenciadora Marie estreou nos cinemas nacionais no dia 12 de fevereiro de 2026. Menos de uma semana depois, a maior parte das salas encerrou a exibição, mantendo apenas o Cinema City de Alvalade em funcionamento.
A produtora Promenade foi contactada pelo CM para esclarecer a saída quase total. A empresa informou que o Cinema City Alvalade continua a exibir o filme diariamente e que foram agendadas sessões especiais noutras salas ao longo das próximas semanas.
Segundo a Promenade, a decisão não depende das produtoras nem da distribuidora, cabendo aos exibidores definir a programação. A produtora destaca que, em nove salas, o documentário teve 1148 espectadores na primeira semana.
De acordo com dados do ICA, até 18 de fevereiro o filme registou pouco mais de 5 mil euros de receita bruta. O ICA já tinha contribuído com cerca de 40 mil euros para a montagem do projeto.
A produtora aponta várias hipóteses para a redução de exibição e adianta planos futuros. A prioridade passa por manter o filme em cineclubes e, posteriormente, disponibilizá-lo em plataformas VOD, conforme as capacidades do mercado.
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