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Família de Leandro perde tudo na tempestade e enfrenta o desânimo

Família de seis em Bogarreus, Alenquer, ficou sem casa após tempestade; não tem direito a calamidade nem apoios locais, dependendo de ajuda do Governo

Leandro Serafim tem 27 anos e mora em Alenquer
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  • família de seis pessoas vive em Bogarreus, Alenquer, sem teto e sem apoios após a tempestade, dependendo da caridade
  • Alenquer não declarou estado de calamidade e a Câmara não os recebeu, dizendo para desocuparem a casa por risco de ruir
  • Leandro Serafim, 27 anos, apresentou pedido de apoio ao Governo; o máximo possível é dez mil euros e a resposta é lenta
  • casa fúne destruída: paredes descoladas, chão a ceder, estrada partida e árvores arrancadas, cenário de devastação
  • outros casos sem apoios aparecem em Cercal e Figueiró dos Vinhos, com situações de Herança e habitação em dúvida perante o Estado

Oiteda de uma tempestade deixou uma família de seis pessoas sem abrigo em Bogarreus, Alenquer. A casa ficou destruída e não está incluída numa lista de calamidade. Não há apoio imediato disponível para o grupo.

Leandro Serafim, 27 anos, vive com os pais, três irmãos e o sobrinho de seis meses. A família depende de ajuda de familiares e amigos enquanto aguarda qualquer resposta do Governo, citando o limite máximo de 10 mil euros.

O município de Alenquer informou que não declarou estado de calamidade, o que restringe o acesso a apoios. A casa encontra-se degradada, com paredes soltas, piso afundado e árvores derrubadas no Quintal.

O grupo alega que a Câmara não oferece solução nem contacto direto. Têm sido obrigados a abandonar o imóvel por risco de queda, sem perspectiva de abrigo imediato ou assistência financeira rápida.

No concelho, são 28 famílias desalojadas, segundo a denúncia da família de Leandro. Afirmam que não foram contempladas por medidas oficiais, recebendo apenas promessas de apoio cuja implementação tem sido lenta.

Casos semelhantes em outras zonas

Em Cercal, Figueiró dos Vinhos, uma mulher enfrenta desfecho semelhante: a herança complica a habitação, com a casa transferida para a filha e classificada como segunda habitação. A moradora continua sem direito a apoio estável e enfrenta infiltrações.

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