- O Tribunal de Faro condenou Marco Melo a treze anos e seis meses de prisão por homicídio simples, pelo crime de 2022 em Quarteira, que vitimou o jogador de futsal Silves Rocha.
- O arguido alegou que o crime ocorreu depois de Silves Rocha o ameaçar com uma faca, em disputa pela posse do objeto.
- O coletivo de juízes não aceitou a versão apresentada e manteve a pena de prisão efetiva.
- O caso ocorreu em Quarteira e o julgamento decorreu em Faro.
- O advogado de defesa, António Falé de Carvalho, vai apresentar recurso ao Tribunal da Relação de Évora para tentar reduzir a pena.
O Tribunal de Faro condenou, esta sexta-feira, o jovem Marco Melo a 13 anos e meio de prisão pela morte do jogador de futsal Silves Rocha, em Quarteira, em 2022. O veredito chegou após um processo por homicídio simples, em que se discutiu a relação entre agressor e vítima.
Segundo a acusação, há um elemento crítico: a disputa pela posse de uma faca durante o confronto que antecedeu o crime. A defesa alegou que a vítima o ameaçou com a arma, mas o tribunal não aceitou esse argumento como causa justificada do homicídio.
O arguido permanece obrigado a cumprir a pena efetiva, sem benefício de qualquer suspensão. O CM adianta que o advogado de Melo, António Falé de Carvalho, prevê apresentar recurso para o Tribunal da Relação de Évora, na tentativa de reduzir a pena.
Recurso à Relação
O recurso deverá centrar-se em aspetos processuais e na eventual avaliação da gravidade do crime. A defesa ainda pode arguir circunstâncias atenuantes ou questões de prova que, na perspetiva do causídico, possam influenciar a decisão de segunda instância.
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