- Os comboios da Linha de Cascais vão circular hoje no horário normal, depois de constrangimentos provocados pelo mau tempo.
- A circulação está a decorrer em via dupla desde quarta-feira, com horários ainda alterados; o Comboio Internacional Celta opera normalmente sem o transbordo rodoviário Valença – Vigo – Valença.
- Mantêm-se condicionamentos na Linha da Beira Baixa, que continua suspensa, com apenas serviços Regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes.
- Está também suspensa a circulação na Linha do Douro (Régua a Pocinho) e na Linha do Oeste; os Urbanos de Coimbra circulam entre Coimbra-B, Alfarelos e Coimbra-B.
- O temporal causou dezenas de feridos, desalojados e mortos, com várias regiões de norte a sul do país fortemente afetadas; a situação de calamidade terminou a 15 de fevereiro.
Os comboios da Linha ferroviária de Cascais, no distrito de Lisboa, vão circular hoje no horário normal, após constrangimentos provocados pelo mau tempo das últimas semanas. A CP informa que a circulação está a ser retomada para o formato habitual.
Até agora, a circulação tinha sido retomada em via dupla na quarta-feira, com alterações de horários. O Comboio Internacional Celta deverá decorrer sem o transbordo rodoviário que se verificou nos últimos dias entre Valença e Vigo.
Situação das linhas e alterações
A CP indica que permanecem condicionamentos na Linha da Beira Baixa, com suspensão total, circulando apenas comboios Regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes. A circulação mantém-se suspensa na Linha do Douro, entre Régua e Pocinho, e na Linha do Oeste.
Ao mesmo tempo, os Urbanos de Coimbra circulam entre Coimbra-B, Alfarelos e Coimbra-B. O mau tempo provocou impactos generalizados em várias regiões do país, com danos a infraestruturas, cortes de serviços de transporte e interrupção de fornecimentos.
Impacto humano e financeiro
Foram registadas 18 mortes em Portugal associadas às depressões Kristin, Leonardo e Marta, com centenas de feridos e desalojados. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas, segundo agrupamentos oficiais.
A calamidade, que afetava 68 concelhos, terminou a 15 de fevereiro, segundo autoridades nacionais. As autoridades continuam a monitorizar progressos na reabilitação de infraestruturas e serviços afetados.
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