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Bragança investe 1,7 milhões para recuperar natureza e património no Montesinho

Bragança investe 1,7 milhões para renaturalizar o rio Baceiro, criar Centro Interpretativo e reabilitar património no Parque Natural de Montesinho

Parque Natural de Montesinho
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  • Bragança lançou o concurso público da empreitada integrada no projeto “Preservar Montesinho”, com investimento total de 1,7 milhões de euros.
  • O projeto é cofinanciado pelo programa Norte 2030 e avança em três frentes distintas.
  • A renaturalização da zona ribeirinha do rio Baceiro, junto à Ponte do Parâmio, inclui plantação de espécies autóctones e melhoria ecológica.
  • Criação de um Centro Interpretativo e valorização da fauna silvestre em São Julião de Palácios, com pontos de observação e ações de educação ambiental.
  • Recuperação do antigo viveiro das trutas de França para criar um centro interpretativo temático e um percurso pedestre interpretativo.

Bragança abriu, através de concurso público, a empreitada integrada no projeto «Preservar Montesinho», com um investimento total de 1,7 milhões de euros. O financiamento é assegurado pelo Norte2020, via cofinanciamento.

A ação visa renaturalizar a zona ribeirinha do rio Baceiro junto à Ponte do Parâmio, criar um Centro Interpretativo em S. Julião de Palácios e revitalizar o antigo viveiro das trutas de França. O objectivo é conservar biodiversidade e valorizar o património natural.

O projeto está dividid o em três subprojectos, executados em freguesias distintas do concelho, com foco na educação ambiental e na ligação da população ao território. As intervenções incluem plantação de espécies autóctones e melhoria da circulação pedonal.

Na zona ribeirinha do Baceiro, entre Parâmio e Espinhosela, prevêem-se ações de ordenamento, estruturas de apoio e melhoria ecológica. O objetivo é proteger valores naturais e facilitar o usufruto seguro pela população.

A promoção da fauna silvestre inclui a recuperação da antiga Escola Primária de S. Julião para acolher o Centro Interpretativo e pontos de observação em locais estratégicos do parque. O foco é sensibilizar e valorizar espécies autóctones.

Por fim, o viveiro das trutas de França será reabilitado para albergar um centro interpretativo temático e um percurso pedestre. Este conjunto reforça o conhecimento ambiental e a protecção do património.

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