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Barcarena: bairro operário será transformado em residência de estudantes

Câmara de Oeiras aprova concurso para reconverter o bairro operário da Fábrica da Pólvora de Barcarena numa residência estudantil com 50 camas, por 3,18 milhões de euros

Residência de estudantes terá 50 quartos
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  • Em Barcarena, no concelho de Oeiras, vai nascer uma residência estudantil com 50 camas no antigo bairro operário da Fábrica da Pólvora de Barcarena.
  • A Câmara Municipal de Oeiras aprovou a abertura do procedimento para um concurso público, com base de about 3,18 milhões de euros (mais IVA), para a requalificação e reconversão do espaço.
  • O objetivo é manter a linguagem dos três edifícios preexistentes e que o novo aporte tenha um impacto reduzido na paisagem já existente.
  • A residência terá quartos distribuídos por diferentes tipologias habitacionais — T1, T2, T3 e T6 — mantendo os 50 quartos/ camas no total, com o edifício novo a incluir cerca de 30 quartos.
  • O processo de contratação da empreitada deverá decorrer entre seis e nove meses, com a obra prevista para 910 dias; o projeto não contará com financiamento do PRR.

A Câmara Municipal de Oeiras aprovou, por unanimidade, a abertura do procedimento de concurso público para reconverter o bairro operário da antiga Fábrica da Pólvora de Barcarena numa residência estudantil com 50 camas. O investimento base é de cerca de 3,18 milhões de euros, acrescidos de IVA.

O projeto já tinha sido anunciado e avança com a requalificação dos edifícios existentes, mantendo a linguagem dos três imóveis preexistentes. Um novo volume terá impacto reduzido e deverá integrar-se no conjunto já edificado, mantendo a traça histórica do espaço.

A obra prevê a criação de quartos individuais distribuídos por tipologias T1, T2, T3 e T6, totalizando 50 camas. O processo envolve a abertura de concurso público para adjudicação da empreitada, com prazo de contratação entre seis e nove meses.

De acordo com a autarquia, a obra terá uma duração estimada de 910 dias. O financiamento não deverá vir do PRR, ao contrário do que chegou a interessar no passado, e ainda não está definido se a gestão ficará com a autarquia ou com outra entidade.

O projeto mantém a relação com o passado industrial do local, que funcionou como fábrica desde o século XVII e encerrou em 1988. A aquisição pelo município ocorreu na década de 1990, marcando o início de intervenções para a reabilitação da área.

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