- Alcácer do Sal foi fortemente afetada pelas cheias no rio Sado, com ruas à beira-rio desertas, lojas fechadas e vidros embaciados.
- A cidade mostra danos estruturais: a ponte metálica basculante e áreas inundadas deixam vestígios de água elevada.
- militares percorrem a cidade a casa, oferecendo ajuda e apoio prático, divididos em grupos para limpar e transportar bens.
- duas psicólogas acompanham as pessoas vulneráveis, tratando do impacto emocional das cheias.
- apesar da eletricidade ainda não estar estável, há esperança e esforço para recuperar atividades comerciais e a vida na cidade.
A tarde em Alcácer do Sal foi marcada pela recuperação após as cheias que devastaram o Sado. Forças militares percorrem a cidade a prestar auxílio, limpar espaços e transportar bens. A intervenção surge para restaurar a normalidade após o desastre.
Na zona ribeirinha, ruas aparecem desertas, com sacos de lixo junto a casas que olham para o rio. Paredes marcadas por lodo, lojas fechadas e vidros embaciados denunciam os estragos nas zonas comerciais.
Duas psicólogas acompanham a operação, com o objetivo de apoiar as pessoas mais vulneráveis e ajudar quem procura sair do choque vivido nos últimos dias.
A presença militar e o apoio emocional
Os militares organizam-se em grupos, repartem tarefas de limpeza e transporte e asseguram o apoio básico aos residentes. A intervenção também envolve acompanhamento psicológico para gerir o trauma vivido pela comunidade.
Apesar da eletricidade ainda falhar em alguns pontos, a equipa de socorro mantém o foco na assistência imediata e na reestruturação da cidade, com habitantes a regressarem aos seus hábitos gradualmente.
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