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Tejo Energia inicia desmantelamento da antiga central a carvão do Pego

Tejo Energia inicia em março o desmantelamento da central do Pego, com três anos de intervenção; torres e chaminé ficam para o fim

As torres da antiga Central Termoeléctrica do Pego só serão demolidas no final de um processo que levará três anos
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  • A Tejo Energia vai começar em Março a demolição da antiga central termoeléctrica a carvão do Pego, em Abrantes, desativada em 2021; a demolição tem duração prevista de três anos e as torres e a chaminé ficarão para o fim do processo, não intervindo no ramal ferroviário nem na ponte.
  • O objetivo é repor os terrenos às condições de base, devolvendo-os em plena segurança e conformidade ambiental, após o encerramento da última central a carvão em Portugal.
  • A demolição abrangerá todas as infraestruturas directamente associadas à produção de electricidade a partir de carvão; as torres de refrigeração, com 116 metros de altura, e a chaminé, com 225 metros, serão demolidas na fase final por explosivos controlados.
  • A reposição ambiental privilegiará a reutilização de equipamentos, reciclagem de betão, separação e reaproveitamento de metais e minimização de resíduos; o programa pode envolver até oitenta trabalhadores no pico e deverá implicar aumento temporário do tráfego rodoviário.
  • O desmantelamento resulta da impossibilidade de concretizar o projeto de reconversão energética apresentado ao Governo em 2022; a Endesa tinha proposto um cluster híbrido de renováveis, que está em avaliação ambiental, e os trabalhadores permanecem com salários do Estado até serem transferidos.

Tejo Energia avançará, a partir de março, com o desmantelamento da antiga central termoelétrica a carvão do Pego, em Abrantes, desativada em 2021. A demolição, com duração prevista de três anos, não abrangerá o ramal ferroviário nem a ponte, que ficarão de fora do processo.

O objetivo é devolver os terrenos às condições de base, assegurando segurança e conformidade ambiental. As torres de refrigeração (116 metros) e a chaminé (225 metros) só serão desmontadas na fase final, através de explosões controladas. A empresa garante atuação técnica certificada e alinhada com as autoridades.

Durante o desmantelamento, a reutilização de equipamentos, reciclagem de betão e reaproveitamento de metálicos serão privilegiadas, com redução de resíduos para aterro. Em espera, a produção de energia a partir de carvão encerrou-se no país há alguns anos.

Contexto de reconversão energética

No pico das obras poderão trabalhar cerca de 80 pessoas, com impacto temporário na economia local. Também se antecipa aumento de tráfego rodoviário próximo ao complexo industrial, devido ao transporte de maquinaria e materiais. O desmantelamento resulta da impossibilidade de concretizar o projeto de reconversão energética apresentado ao Governo em 2022.

A Endesa, concorrente da Tejo Energia, apresentou uma alternativa de cluster híbrido com foco exclusivamente renovável, que ainda não foi anunciada como concluída, estando em avaliação ambiental. Os trabalhadores da antiga central continuam a receber salários pagos pelo Estado até serem transferidos para o novo projeto, quando possível.

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