- O realizador, produtor e montador Sandro Aguilar, natural de Luanda (1973), lança a sua terceira longa-metragem em 25 anos, “Primeira Pessoa do Plural”.
- O filme busca inspiração no cinema clássico para criar o universo atmosférico da obra.
- Aguilar explica que, quando a televisão era quadrada, filmava-se cinema o mais panorâmico possível; agora, com a televisão panorâmica, o cinema faz-se em formato quadrado.
- O projeto mantém o trio de funções do próprio cineasta: realização, produção e montagem.
- “Primeira Pessoa do Plural” chega esta semana às salas de cinema.
Sandro Aguilar, realizador, produtor e montador, estreia a longa-metragem Primeira Pessoa do Plural, a sua terceira obra deste formato em 25 anos. O filme marca a passagem da poesia para a prosa no trabalho do cineasta angolano.
Nascido em Luanda em 1973, Aguilar apresenta uma obra que trabalha o território atmosférico do cinema, buscando inspiração no cinema clássico para dar expressão ao seu universo narrativo.
Primeira Pessoa do Plural chega às salas de cinema nacionais nesta semana. O projeto destaca uma abordagem marcada pelo formato de cinema que o realizador vê como uma extensão da televisão, em que o cinema se faz a partir de uma linguagem mais contenção e contemplativa.
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