- A Polícia Judiciária deteve, na zona Norte, um cidadão estrangeiro de 37 anos, com Mandado de Detenção Internacional emitido pelo Brasil.
- O homem terá usado um cartão da sogra para comprar um automóvel em prestações e realizar várias compras no valor total de 25.800 euros.
- Segundo a PJ, ele ganhou a confiança da família da ex-companheira, com quem viveu 16 anos, e passou a controlar as finanças do agregado familiar.
- O caso veio a público em 2024, quando um oficial de Justiça foi à residência cumprir um mandado de busca relacionado com o veículo alegadamente financiado.
- O suspeito pode ser condenado a até cinco anos de prisão e será presente ao Tribunal da Relação de Guimarães para aplicação de uma medida de coação.
A Polícia Judiciária deteve, na zona Norte, um cidadão estrangeiro de 37 anos, decorrente de um Mandado de Detenção Internacional emitido pelas autoridades judiciárias do Brasil. O homem é acusado de usar o cartão da sogra para comprar um automóvel e fazer compras no valor de 25.800 euros. A detenção ocorreu no âmbito de investigações em curso.
Segundo a investigação, o suspeito conquistou a confiança da família da ex-companheira, com quem viveu 16 anos, e passou a controlar as finanças do agregado familiar. Nesse processo, teve acesso a cartões bancários, aplicações móveis e dados pessoais.
Com o cartão da sogra, o suspeito adquiriu um veículo em regime de financiamento e realizou várias compras sem autorização da titular. O prejuízo financeiro estimado atinge os 25.800 euros.
As diligências que levaram à descoberta começaram em 2024, quando um oficial de Justiça foi a residência da vítima cumprir um mandado de busca e apreensão relacionado a um veículo alegadamente financiado por uma instituição bancária.
Situação legal
O arguido pode vir a ser condenado a uma pena de até cinco anos de prisão. Será presente ao Tribunal da Relação de Guimarães para aplicação de uma medida de coação, segundo a PJ.
A investigação permanece em curso para esclarecer a extensão das operações e identificar eventuais cúmplices. As autoridades não divulgam mais detalhes para preservar o trabalho técnico pericial.
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