- A Cruz Vermelha Portuguesa assegura responder a apenas entre 6% e 8% das emergências accionadas pelo INEM.
- A instituição diz ter capacidade para tratar um maior volume de pedidos.
- O presidente, António Saraiva, critica o modelo de financiamento negociado entre o INEM e a Liga dos Bombeiros Portugueses e depois aplicado à Cruz Vermelha.
- Foi também denunciado que o INEM tem pagamentos em atraso, na ordem de 1,5 milhões de euros.
- Os valores foram mencionados por António Saraiva no Parlamento, repetindo uma denúncia já feita por António Nunes.
A Cruz Vermelha Portuguesa afirma responder apenas entre 6% e 8% das emergências accionadas pelo INEM, apesar de garantir capacidade para atender a mais pedidos. O levantamento foi feito durante uma sessão no Parlamento.
O presidente da instituição, António Saraiva, argumenta que o modelo de financiamento é negociado entre o INEM e a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) e depois é aplicado à Cruz Vermelha. O resultado é um desfasamento com as necessidades específicas da organização.
Foram também denunciados pagamentos em atraso por parte do INEM, num montante que rondaria 1,5 milhões de euros, segundo António Nunes. O tema foi abordado durante a discussão sobre a cooperação entre entidades de emergência.
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