- A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Penela estima prejuízos de 500 mil euros na sequência das tempestades, com danos no centro de treinos, no quartel central e em muros de betão, entre outros.
- A cobertura foi avaliada em cerca de 200 mil euros; a central de emergência fica entre 25 e 30 mil euros; o deslizamento de terras impede o acesso ao centro de treinos, à emergência, às garagens e a um piso onde há equipamentos.
- O telhado das novas camaratas levantou-se com a passagem da depressão Kristin, está remediado para não chover, mas ainda precisa de avaliação e reparos.
- A pessoa responsável aponta a central de emergência como a prioridade emergente a resolver; há serviços de visitas por autoridades, mas sem resposta financeira ou créditos para as corporações.
- Existem campanhas de angariação de fundos, tanto localmente como na comunidade estrangeira, e a associação planeia lançar uma recolha própria para complementar apoios já recebidos.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Penela estima prejuízos de 500 mil euros na sequência das tempestades. O valor abrange obras de Betão, acesso às garagens e danos no centro de treino e no quartel central. Os danos foram avaliados pela direção.
A cobertura do edifício está estimada em cerca de 200 mil euros, enquanto a central de emergência tem previsão de 25 a 30 mil euros. Um deslizamento de terras bloqueia o acesso ao centro de treino, às garagens e a um piso com material guardado, que ficou destruído.
Há aspetos ainda por avaliar, como o telhado das novas camaratas, levantado pela depressão Kristin, que permanece estável mas necessita de reparos para evitar infiltrações. A prioridade é resolver a situação na central de emergência.
Perante o panorama, o presidente indica que é necessário repensar estruturas para enfrentar novos desafios climáticos e evitar repetições de situações semelhantes. O objetivo é reforçar infraestruturas e capacidade de resposta das brigadas.
Autoridades estiveram no terreno, incluindo representantes da proteção civil e da Liga dos Bombeiros, mas não houve financiamento assegurado. Donativos de particulares e campanhas de angariação estão em curso para apoiar a instituição.
O peso financeiro recai sobre a associação, que planeia abrir uma recolha de fundos própria. A expectativa é contar com o apoio da comunidade local e de emigrantes para suprir carências associativas.
Em Portugal, 18 pessoas morreram na sequência das depressões Kristin, Leonardo e Marta, com centenas de feridos. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas, e a calamidade abrangeu 68 concelhos. A situação terminou no último domingo.
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