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Alentejo regista 75,8 milhões de euros de prejuízos na agricultura

Alentejo regista 75,8 milhões de euros em prejuízos agrícolas por mau tempo, com 499 declarações e impactos relevantes em Odemira e Alcácer do Sal

Alcácer do Sal sofreu graves inundações com a subida do rio Sado
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  • Agricultores do Alentejo declararam 75,8 milhões de euros de prejuízos provocados pelo mau tempo, desde 29 de janeiro até esta quinta-feira.
  • Foram dadas entrada 499 submissões de declarações de prejuízos, com maior impacto nos municípios de Alcácer do Sal e Odemira.
  • Em Odemira, os prejuízos dizem respeito a estufas, explorações de pequenos frutos, hortícolas e fruticultura; em Alcácer do Sal, danos a infraestruturas de rega e lavras (arroz), com áreas alagadas.
  • A CCDR do Alentejo realça que pode haver mais agricultores a declarar prejuízos, face às zonas alagadas em Alcácer do Sal e à dispersão por vários concelhos.
  • Na região de Lisboa e Vale do Tejo, os agricultores já declararam 107,9 milhões de euros de prejuízos, com 1.129 candidaturas aos apoios para repor o potencial produtivo, pendentes de análise.

Os agricultores do Alentejo reportaram prejuízos estimados em 75,8 milhões de euros causados pelo mau tempo, entre 29 de janeiro e esta quinta-feira. Os dados são da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, recebidos pela Lusa.

Foram apresentadas 499 declarações de prejuízos nos serviços regionais da CCDR, maioritariamente em Alcácer do Sal e em Odemira, onde as consequências foram mais significativas no setor agrícola.

Em Odemira, os prejuízos incidem sobre estufas, exploração de pequenos frutos, hortícolas e fruticultura. Em Alcácer do Sal, os danos concentram‑se em infraestruturas de rega e lavras de arroz, com uma área alagada ainda extensa.

Perspetiva regional e nacionais

Além do Alentejo, a CCDR de Lisboa e Vale do Tejo apontou 107,9 milhões de euros em prejuízos no setor agrícola, com 1.129 candidaturas aos apoios para repor o potencial produtivo. O montante global para apoio aprovado está pendente de análise.

Ao nível nacional, o temporal Kristín, Leonardo e Marta deixou 18 mortos, centenas de feridos e desalojados. Os efeitos incluíram destruição de casas, estradas fechadas, cortes de energia e inundações.

A calamidade, dirigida aos 68 concelhos mais afetados, terminou no dia 15 de fevereiro. As autoridades continuam a avaliar danos e a organizar medidas de recuperação.

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