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Advogada é detida novamente por tentar introduzir droga na cadeia de Custóias

Advogada detida pela segunda vez em pouco mais de um ano por tráfico de estupefacientes na cadeia de Custóias; vai a primeiro interrogatório para medidas de coação

Advogada voltou a ser detida pela PJ
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  • A advogada foi detida pela segunda vez, na quarta-feira, pela presumível autoria de tráfico de estupefacientes no Estabelecimento Prisional do Porto.
  • A detenção ocorre cerca de um ano e meio depois dos factos verificados na cadeia, em agosto do ano passado, quando um recluso trazia cocaína, heroína e haxixe.
  • A Polícia Judiciária indica fortes indícios de que as substâncias teriam sido entregues pela defensora durante diligências de inquérito em instalações policiais.
  • A advogada, de 39 anos, já tinha sido detida em julho de 2024 por suspeitas idênticas relacionadas com a introdução de drogas na mesma prisão.
  • Ela vai ser apresentada a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.

A Polícia Judiciária deteve, na quarta-feira, uma advogada pela segunda vez em pouco mais de um ano e meio, suspeita de tráfico de estupefacientes com a introdução de substâncias psicotrópicas no Estabelecimento Prisional do Porto. O caso envolve fatos ocorridos na cadeia em agosto do ano passado.

Segundo a PJ, um recluso que regressava de uma diligência processual foi apanhado com cocaína, heroína e haxixe. A investigação indica que as substâncias lhe teriam sido entregues pela advogada durante as diligências de inquérito.

A advogada, com 39 anos, já era conhecida da polícia, tendo sido detida em julho de 2024 por suspeitas idênticas de introduzir drogas naquela prisão. Na altura, ficou em liberdade após as apresentações, mantendo atividade profissional.

A detenção de agora ocorre após nova investigação que reforçou os indícios de que o contacto com reclusos continuou a ocorrer, mantendo a prática de advocacia durante o período. A defesa ainda não foi informada de todas as diligências concluídas.

A detida vai ser apresentada ao primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação, de acordo com a PJ. As autoridades não avançaram com mais detalhes sobre possíveis outros elementos de prova ou envolvidos no esquema.

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