- O Ministério Público acusa agentes da PSP de torturas na esquadra do Rato, com humilhações e agressões relatadas.
- A defesa para julgamento está a ser preparada pelos agentes, conforme a segunda parte do Investigação CM da CMTV, emitida a 19 de fevereiro.
- As vítimas das agressões eram sobretudo imigrantes, toxicodependentes e sem abrigo.
- Existem referências a confrontos entre adeptos antes de um jogo de futsal entre Sporting e Benfica, com intervenções da PSP.
- Em um dos episódios, adeptos do Sporting queimaram a camisola de um adepto do Benfica.
A segunda parte do Investigação CM, exibida em 19 de fevereiro na CMTV, reporta alegações graves sobre a esquadra do Rato, em Lisboa. Segundo o Ministério Público, agentes da PSP teriam estado envolvidos em humilhações, agressões e violações de direitos. A peça indica que as ações ocorreram no âmbito de procedimentos de polícia urbana.
A acusação aponta que as vítimas eram sobretudo imigrantes, toxicodependentes e pessoas sem abrigo. O MP indica que as práticas descritas incluem agressões físicas e humilhações, com impactos reportados pelos denunciantes. Os casos, ainda não julgados, estão a ser alvo de investigação.
Os materiais telemáticos exibidos sugerem que a defesa já está a ser preparada pelos agentes envolvidos, com os ingredientes processuais para o eventual julgamento. Mantêm-se as diligências para confirmar factos, identificar testemunhas e reunir provas documentais.
Confrontos entre adeptos antes de um jogo de futsal entre Sporting e Benfica também foram referidos. A transmissão refere intercetções pela PSP durante as deslocações de fãs, com relatos de distúrbios e ações antagonistas em espaço público.
Ultras do Sporting teriam queimado uma camisola de adepto do Benfica, de acordo com a reportagem. Não houve confirmação oficial de eventos adicionais, e as autoridades mantêm a investigação em curso para apurar responsabilidades e circunstâncias.
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