- O Aeroporto de Hong Kong vai ganhar um novo terminal para responder aos 61 milhões de passageiros movimentados no ano passado, com operação a partir de 27 de maio.
- O terminal destina-se principalmente a voos de longo curso de 15 companhias aéreas dedicadas a voos regionais.
- O conjunto de expansão, iniciada em 2016, tem um custo de 15,3 mil milhões de euros e incluiu a construção de uma terceira pista.
- A secretária para os Transportes prometeu explorar a plena operação das três pistas e de dois terminais para expandir a rede de aviação e atrair mais companhias locais e internacionais.
- Foram assinados acordos de serviços aéreos com Chile, Peru, Argentina, Equador, Cuba, Polónia e Togo; Hong Kong pretende acrescentar destinos na América do Sul, Ásia Central, Médio Oriente e África, sem acordo com Portugal.
O Aeroporto de Hong Kong vai ganhar um novo terminal para acomodar o aumento de procura. A infraestrutura vai servir sobretudo voos de longo curso de 15 companhias aéreas dedicadas a voos regionais e começa a operar no dia 27 de maio. A expansão faz parte de um projecto de 15,3 mil milhões de euros, iniciado em 2016, que incluiu ainda a construção de uma terceira pista.
A administração do aeroporto, através da AAHK, espera que o novo terminal aumente o volume de voos no complexo. O titular da AAHK, Fred Lam Tin-fuk, afirmou que o objetivo é partilhar parte do crescimento de tráfego entre as várias pistas e terminais já existentes.
A governing body para transportes em Hong Kong, representada pela secretária para os Transportes e Logística, Mable Chan, destacou a aposta na plena operacionalidade das três pistas e dois terminais para expandir a rede de aviação e atrair mais companhias aéreas locais e internacionais.
Acordos de serviços aéreos e planos de expansão
Recentemente foram assinados acordos de serviços aéreos com Chile, Peru, Argentina, Equador, Cuba, Polónia e Togo. O objetivo é acrescentar, no futuro, destinos na América do Sul, Ásia Central, Médio Oriente e África. A medida visa reforçar a conectividade de Hong Kong no longo prazo.
No que diz respeito a Portugal, Hong Kong não tem, de momento, acordo de serviços aéreos, ao contrário de Espanha, que assinou um pacto em 2018. A estratégia permanece orientada para diversificar mercados e ampliar parcerias internacionais.
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