- O ministro da Educação, Fernando Alexandre, disse que ainda há obras por fazer em três escolas de Leiria e da Marinha Grande, após o mau tempo, mas a maior parte dos alunos já tem aulas.
- Em Braga, explicou que os alunos das escolas afetadas podem estar a ter aulas online ou foram deslocados para outras instalações ou contentores.
- Dois dos casos mais complicados são os agrupamentos de Escolas Henrique Sommer e de Marrazes, em Leiria, com cerca de 1.100 alunos no total.
- A outra escola mais afetada fica em Vieira de Leiria, concelho da Marinha Grande.
- As obras só avançam quando as condições atmosféricas permitirem; entretanto, são implementadas soluções provisórias para que os alunos continuem a ter aulas, com prioridade na recuperação dos equipamentos.
Três escolas em Leiria e na Marinha Grande ainda esperam por obras resultantes do mau tempo. O ministro da Educação, Fernando Alexandre, afirmou que persiste a necessidade de intervenção em duas escolas de Leiria e numa da Marinha Grande, mas que a maioria dos alunos já tem aulas. As mesmas estruturas recorrem a ensino online, transferência para outras instalações ou uso de contentores.
Os agrupamentos de Henrique Sommer e de Marrazes, em Leiria, são os casos mais complexos, somando cerca de 1.100 alunos. A outra escola afetada fica em Vieira de Leiria, no concelho da Marinha Grande. Em todos os casos, as obras dependem de condições atmosféricas; entretanto, chegam soluções provisórias para assegurar o calendário letivo.
Sem escolas a funcionar, não é possível retomar a normalidade da comunidade. As câmaras já foram informadas, e o Governo definiu a recuperação dos equipamentos como prioridade, planificando avanços condicionados pela meteorologia, com encaminhamentos para manter as aulas.
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