- António José Seguro manteve desde 1998 até hoje uma posição favorável à regionalização, sem ter dado passos para a concretizar.
- O debate sobre o tema ressurgiu à boleia da resposta do Estado às intempéries e aos seus impactos.
- Os sinais apontam para que Seguro esteja alinhado com Luís Montenegro no travão ao processo de regionalização.
- A posição histórica de Seguro contrasta com a falta de passos práticos para desencadear o processo.
- A expectativa é de manter a criação de regiões administrativas adiada na legislatura atual.
António José Seguro mantém há décadas uma posição favorável à regionalização, mas nunca apareceu uma oportunidade para avançar com o processo. Em várias alturas, desde 1998 até 2011, ele defendeu o tema, sem que fossem desencadeados passos concretos.
Com o debate a regressar no contexto da resposta do Estado às intempéries e aos seus efeitos, os sinais apontam para um alinhamento entre o Presidente da República eleito e Luís Montenegro no sentido de não avançar com a criação de regiões administrativas na atual legislatura. A leitura geral é de continuidade no travão ao processo.
Contexto político e perspetivas
A opinião pública tem dividido-se entre quem sustenta a importância da regionalização para a governação e quem defende manter o modelo atual. A resistência técnica e política, segundo analistas, é apontada como fator determinante para a estabilidade institucional durante este período.
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