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Relatos de terror a bordo de jato privado no Caso Epstein

O Boeing 727 de Epstein, comprado em 1994, era usado para tráfico de jovens; testemunhas dizem que tudo a bordo se transformava em abusos

Boeing comprado pelo predador sexual em 1994, foi cenário de abusos. Testemunhas que estiveram a bordo dizem que “tudo se transformava em cama”.
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  • O Boeing 727-100 conhecido como “Lolita Express” era usado por Jeffrey Epstein para transportar vítimas de tráfico sexual, com relatos de que tudo a bordo “se transformava em cama”.
  • Juliette Bryant, recrutada em 2002 na Cidade do Cabo, relatou que, após a descolagem, Epstein a violou e que, ao aterrar, foi levada à ilha de Epstein, com passaporte confiscado, ficando presa e sofrendo abusos durante dois anos.
  • O avião, comprado em 1994, terá sido usado para transportar vítimas entre Nova Iorque, Ilhas Virgens Americanas e Palm Beach, passando por aeroportos de todo o mundo, incluindo numerosas visitas ao Reino Unido; o número de série é N908JE.
  • Registos do Reino Unido e documentos do FBI indicam que três mulheres britânicas constam em registos de entrada e saída ligados a Epstein; o piloto Lawrence Visoski Jr. disse não ter testemunhado atividade sexual a bordo.
  • Em 2024, o podcast Fire and Fury divulgou uma entrevista de Epstein de 2017 em que fala da sua amizade com Trump e afirma que a primeira vez que Trump e Melania Freud fizeram sexo ocorreu a bordo do Lolita Express.

O caso envolve Jeffrey Epstein e a sua liga de associados, que usaram um jato privado para tráfico de menores. Relatos de testemunhas descrevem abusos a bordo de um Boeing 727, conhecido como Lolita Express, utilizado entre Nova Iorque, as Ilhas Virgens e outras bases.

Entre as pessoas citadas, Ghislaine Maxwell aparece como braço-direito de Epstein, enquanto Juliette Bryant relatou recrutamento em 2002 na Cidade do Cabo. A jovem afirma ter sido forçada a manter contato com Epstein após o voo inaugural, levando a abusos durante dois anos na ilha particular do empresário.

Segundo as testemunhas, a aeronave transportava jovens para várias paragens mundiais, incluindo os EUA, Brasil e Reino Unido. O avião, adquirido em 1994, tinha capacidade para 29 passageiros e um interior luxuoso, com áreas de descanso e uma cozinha completa, o que facilitava condições de abusos repetidos.

O avião e o funcionamento

O modelo Boeing 727-100, com série N908JE, era descrito por testemunhas como espaço propício para abusos, com relatos de que tudo no interior se transformava em ambiente de abuso. Registos de voos indicam visitas a aeroportos britânicos ligadas a viagens associadas a Maxwell.

Testemunhas e defesa

Lawrence Visoski Jr., piloto de Epstein durante quase três décadas, negou qualquer atividade sexual a bordo, bem como a existência de objetos sexuais nos voos. Ainda assim, Miller de 2017 mostrou que Epstein manteve contacto com Maxwell e outros envolvidos até 2017, segundo documentos judiciais.

Contexto das investigações

Registos de voos de entrada e saída do Reino Unido indicam que três mulheres britânicas teriam sido vítimas de tráfico, mencionadas em ligações com Epstein. Enquanto o caso prossegue, investigadores ressaltam a importância de cruzar documentos oficiais para apurar responsabilidades.

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