- A ASF indicou que 49% das habitações expostas nos concelhos afetados pelo mau tempo não tinham seguro com cobertura de tempestades e/ou inundações.
- Já foram participados 114 mil sinistros, com 42 milhões de euros pagos.
- A informação foi dita numa audição da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, no âmbito de requerimentos do Chega e do PS, após as intempéries, incluindo a depressão Kristin.
- Segundo cálculos de resseguradores internacionais, as perdas seguradas podem chegar aos 600 milhões de euros, com 40% a habitação, 24% a comércio e 36% a indústria.
- Os dados referem-se aos concelhos em estado de calamidade.
O presidente da ASF, Gabriel Bernardino, afirmou nesta quarta-feira que 49% das habitações expostas nos concelhos afetados pelo mau tempo não tinham seguro com cobertura de tempestades ou inundações. O dado foi apresentado na audição da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.
Foram já registados 114 mil sinistros, com um total pago de 42 milhões de euros. Os valores refletem o impacto das intempéries, incluindo a depressão Kristin, segundo a ASF, no contexto de requerimentos do Chega e do PS.
De acordo com cálculos de resseguradores internacionais, as perdas seguradas podem alcançar até 600 milhões de euros. A repartição estimada é 40% para habitação, 24% para comércio e 36% para indústria.
O relatório da ASF surge na sequência da análise de riscos e das consequências das intempéries ocorridas nos concelhos em estado de calamidade. A autoridade ressalva a importância de avaliação cuidadosa de coberturas de seguro.
As informações destacam a necessidade de clarificar ofertas de seguro para áreas vulneráveis, bem como a gestão de riscos por parte de seguradoras e residentes afetados. A avaliação continua a ser acompanhada pelas autoridades competentes.
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