- O homem que matou um construtor civil guineense em Loures recusou a autoria do crime, alegando que não foi ele quem disparou.
- O julgamento, no Tribunal de Loures, envolve quatro homens e uma mulher; apenas um deles está acusado de homicídio.
- A defesa sustenta que o tiro foi disparado por outro arguido, também a ser julgado, com quem o atual réu é acusado de discutir.
- O trabalhador, de 36 anos, natural de Guiné-Bissau e residente em Loures, foi atingido na cabeça numa obra na manhã de 17 de fevereiro de 2026.
- O processo decorre em segredo de justiça e deve prolongar-se por vários dias.
O homem que matou um construtor civil guineense em Loures recusou a autoria do crime, afirmando que não foi ele quem disparou a arma que causou a morte do trabalhador. O incidente ocorreu na manhã de 17 de fevereiro de 2026, numa obra na zona de Loures.
O julgamento de quatro homens e de uma mulher imputados ao crime começa esta quarta-feira no Tribunal de Loures. Apenas um dos arguidos está acusado de homicídio.
Segundo a acusação, o arguido que hoje contestou a autoria é suspeito de ter disparado a arma que vitimou o trabalhador de 36 anos, natural de Guiné-Bissau e residente em Loures, após uma discussão.
O homem que alegadamente efetuou o disparo foi detido pouco depois do crime e encontra-se em prisão preventiva. O processo decorre sob segredo de justiça.
O julgamento deve prolongar-se por vários dias, no âmbito de um caso que levou à mobilização de vários arguídos e à investigação policial subsequente.
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