- A Estrada Municipal 601 (EM601), entre a Ponte de Verride e Ereira, foi reaberta à circulação, restabelecendo a ligação por via terrestre à localidade após vários dias de isolamento.
- Ereira ficou isolada por via terrestre devido às cheias no vale do Mondego, com a alternativa de deslocação feita por barco.
- A Câmara de Montemor-o-Velho pediu condução prudente, avisando para zonas com sujidade ou piso irregular e para consultar o mapa atualizado das vias condicionadas.
- Em Portugal, morreram 18 pessoas após as depressões Kristin, Leonardo e Marta, com várias centenas de feridos e desalojados; houve destruição generalizada de infraestruturas e serviços.
- As regiões mais afetadas foram Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo; a situação de calamidade nos 68 concelhos mais afetados terminou a 15 de fevereiro.
A Estrada Municipal 601 (EM601), que liga a Ponte de Verride a Ereira, já está novamente aberta ao tráfego. A reabertura foi anunciada pela Câmara de Montemor-o-Velho na noite de hoje, após vários dias de isolamento da localidade devido às cheias no vale do Mondego.
A nota municipal explica que o troço entre a Ponte de Verride e Ereira ficou livre para circulação, permitindo restabelecer a ligação terrestre com a povoação. Apesar disso, é aconselhada condução prudente, pois podem existir zonas com sujidade ou piso irregular. O município recomenda consultar o mapa atualizado de vias condicionadas antes de viajar.
Ereira ficou isolada por via terrestre durante a situação de cheias, com o acesso alternativo feito por barco. O temporal que atingiu o país deixou consequências significativas em várias regiões e elevou a necessidade de rotas alternativas e de cautela na circulação.
Contexto regional: as depressões Kristin, Leonardo e Marta provocaram estragos em Portugal, com 18 mortes confirmadas e centenas de feridos e desalojados. As áreas mais afetadas foram as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo, bem como o Alentejo. A situação de calamidade terminou a 15 de Fevereiro.
As consequências materiais incluem destruição de casas e empresas, queda de árvores e estruturas, encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, e cortes de energia, água e comunicações. As autoridades continuam a monitorizar os impactos e a recuperação das zonas afetadas.
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