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Epstein: relatos de terror a bordo de jato privado

Caso Epstein: relatos de terror a bordo do jato privado, o Boeing 727‑100 conhecido como ‘Lolita Express’, com abusos e pânico entre testemunhas.

Caso Epstein: relatos de terror a bordo de jato privado
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  • Juliette Bryant, aos 20 anos, foi recrutada por Ghislaine Maxwell em 2002 na Cidade do Cabo com a promessa de uma carreira de modelo em Nova Iorque.
  • Segundo Bryant, Epstein começou a tocar-lhe à força segundos após a descolagem do Boeing 727-100, conhecido como “Lolita Express”.
  • Outras mulheres a bordo riam-se enquanto ela era agredida, descrevendo um ambiente de abuso durante o voo.
  • Bryant disse ter entrado em pânico, temendo que as pessoas a bordo pudessem matá-la.
  • O Boeing 727-100 foi adquirido em 1994 e ficou associado a abusos relatados no caso Epstein.

Juliette Bryant, então com 20 anos, foi recrutada em 2002 na Cidade do Cabo por Ghislaine Maxwell, braço-direito de Jeffrey Epstein, com a promessa de uma carreira como modelo em Nova Iorque. O episódio ocorreu a bordo do Boeing 727-100 conhecido como “Lolita Express”.

Ao descolar, Bryant relata que Epstein iniciou abusos sexuais; outras mulheres que seguiam a viagem riam-se, segundo a testemunha. Ela descreve ter entrado em pânico ao perceber que, para alguns presentes, a situação poderia ter consequências graves.

A controvérsia envolve relatos de abusos ocorridos a bordo de vários voos privados operados para Epstein. Testemunhas descrevem o ambiente como controlado pelo grupo próximo ao magnata, com impactos psicológicos duradouros para quem esteve a bordo.

Contexto e testemunhos

Relatos ouvidos por jornalistas de investigação indicam que a dinâmica a bordo envolvia recrutamento de novas vítimas, uso do avião como cenário de abusos e um ambiente de silêncio entre as participantes. A matéria cita a Sky News como fonte das declarações de Bryant, com referência ao caso amplamente coberto pela imprensa internacional.

As informações destacadas não substituem investigações oficiais em curso, que continuam a analisar a rede de aliciamento e as condições de operação dos voos privados associados a Epstein. As fontes ressaltam a necessidade de verificação adicional para fundamentar conclusões.

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