- Surgiu no início de 2026 o que é visto como o “cheesecake japonês”, uma sobremesa viral feita com apenas iogurte natural e bolachas, apesar de não ser japonesa nem cheesecake tradicional.
- A ideia ganhou uma obsessão colectiva, com pessoas a provar, a discutir a origem e a partilhar vídeos em série, afetando inclusive as prateleiras dos supermercados.
- O fenómeno de sobremesas virais não é novo: já aconteceu com o “morango do amor” no Verão anterior e com o “chocolate do Dubai”, que gerou uma corrida ao luxo acessível e uma escassez global de pistáchios.
- Especialistas convidados pelo jornal ajudam a perceber como se criam e desfazem estas tendências digitais, explicando os impactos no online.
- O texto promove o podcast #ComoAssim, que analisa o assunto e prova os doces mencionados.
O que aconteceu: as sobremesas virais dominam o feed digital, surgem de forma súbita e mudam o comportamento de consumo. No início de 2026, o cheesecake japonês ganhou destaque, apesar de não ser japonês nem cheesecake tradicional. Dois ingredientes bastam: iogurte natural e bolachas.
Quem está envolvido: chefs, especialistas em marketing e psicólogos ajudam a explicar o fenómeno. Entre os convidados, o chef Miguel Mesquita, a especialista em marketing Márcia Maurer Herter e o psicólogo Samuel Lins.
Quando e onde ocorreu: o pico de partilha ocorreu no início de 2026, sobretudo online, através de plataformas de vídeo e redes sociais. O efeito reverberou também nas prateleiras de supermercados.
Porquê acontece: as tendências virais repetem padrões de surpresa, curiosidade e facilidade de réplica. Analisam-se impactos comerciais, com produtos a surgir e desaparecer rapidamente, gerando alterações no mercado de ingredientes.
Análise e perspetivas
A partilha massiva de conteúdos virais leva a movimentos de compra rápidas, a que se seguem discussões sobre origem e variações. O fenómeno já foi observado anteriormente com o “morango do amor” e com o chocolate do Dubai.
As questionadas perspetivas ajudam a compreender a volatilidade das tendências: rapidez de disseminação, facilidade de produção caseira e impacto nas decisões de consumo. O nosso objetivo é acompanhar esse movimento.
Para quem quer ouvir mais, o público pode seguir o podcast #ComoAssim, com episódios quinzenais disponíveis no Spotify, Apple Podcasts e outras aplicações de podcasts.
Entre na conversa da comunidade