- Um ciclo em lisboa, com extensões a outras cidades, reúne Philippe Garrel e Jean Eustache, figuras centrais do pós-Nouvelle Vague.
- O programa foca a relação entre os dois cineastas e o legado que deixaram, com referências a Nico.
- O ciclo inclui filmes dos dois realizadores, destacando a ligação entre Garrel, Eustache e a época de maio de 68.
- A notícia menciona uma entrevista com Garrel sobre este percurso cinematográfico.
- Uma imagem acompanha a notícia, mostrando Garrel em 1972 com Nico, em La cicatrice intérieure.
Um ciclo em Lisboa, dedicado a Philippe Garrel e Jean Eustache, figura central do pós-Nouvelle Vague, juntou obras e referências dos dois cineastas. A programação tem também extensões a outras cidades, ampliando o alcance do arquivo e da memória fílmica.
A mostra reúne filmes e sessões de arquivo, acompanhadas por debates e análises que ajudam a mapear a relação entre Garrel e Eustache. O foco está no legado de autor e nas consequências da época na estética e na narrativa.
O ciclo decorre em Lisboa, com prolongamentos previstos noutras localidades do país. A proposta visa contextualizar a passagem de Garrel pela estética da Nouvelle Vague e a influência de Nico, destacando a história partilhada entre os dois nomes.
A entrevista com Garrel, mencionada pela organização, aborda a evolução do cineasta desde Maio de 68 até a ligação com Nico, revelando perspetivas sobre o cinema de autor e o ambiente cultural da época.
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