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Câmara de Braga aprova aumento de 25% no preço do estacionamento

Braga aprova aumento de 25% no estacionamento e redução de 14% nos passes dos Transportes Urbanos, com perspetiva de gratuidade até 2029

Câmara de Braga
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  • A Câmara de Braga aprovou, por maioria, o aumento de 25% no valor do estacionamento à superfície na cidade.
  • Uma hora de estacionamento passa de 80 cêntimos para um euro.
  • A avença mensal de moradores fica em 10 euros, enquanto a dos comerciantes fica em 20 euros.
  • Os moradores com viaturas elétricas terão um gasto anual de 12 euros.
  • Paralelamente, foi aprovada a redução de 14% nos passes do Transportes Urbanos de Braga (TUB) para todos os moradores, com o passe normal de uma coroa a descer para 12 euros e o de duas coroas de 26 para 24 euros; o presidente da Câmara, João Rodrigues, vê este passo como caminho para a gratuitidade, esperando que os transportes sejam gratuitos no final do mandato, em 2029.

A Câmara de Braga aprovou, nesta quarta-feira, por maioria, um aumento de 25 por cento no estacionamento à superfície da cidade. A decisão foi formalizada pelo executivo, sem indução de um pedido de termo de enquadramento, e surge em consonância com medidas para ajustar receitas municipais.

Nesta leitura, o custo de uma hora de estacionamento sobe de 80 cêntimos para 1 euro. A avença mensal para moradores fica em 10 euros, enquanto os comerciantes passam a pagar 20 euros. Moradores com viaturas elétricas manterão um gasto anual de 12 euros.

Avenças de estacionamento

Paralelamente, o executivo aprovou uma redução de 14 por cento nos passes dos Transportes Urbanos de Braga (TUB) para todos os moradores, num movimento que o presidente João Rodrigues descreveu como um passo em direção à gratuitidade.

Com a medida, o passe normal de uma coroa desce de 14 para 12 euros, e o passe de duas coroas desce de 26 para 24 euros. Rodrigues afirmou que a redução começou já a ser aplicada, com a meta de chegar à gratuitidade até ao final do mandato, em 2029.

Justificação oficial

A percentagem de 14 por cento foi adotada por limites legais, existentes nas ferramentas de gestão financeira da empresa, explicou o presidente. O objetivo apresentado é reduzir encargos para os moradores, mantendo equilíbrio orçamental.

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