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Brisa pretende reabrir nos dois sentidos metade da A1 que não desabou no Mondego

Brisa propõe abrir metade da A1 em dois sentidos, provisório, enquanto decorrem obras; decisão cabe ao IMT e ao LNEC nos próximos dias, com conclusão prevista até à primeira semana de março

Aterro sob a A1 abateu devido ao rebentamento do dique do rio Mondego
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  • A Brisa propõe reabrir o troço sul-norte da A1 em ambos os sentidos de forma provisória, mantendo apenas a metade que não desabou no Mondego.
  • A decisão depende de parecer do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), com resposta esperada nos próximos dias.
  • O viaduto está estável e já foi contido o dano na estrada após a rotura de um dique do Mondego causada pelo mau tempo.
  • A Brisa já adjudicou a reparação e pavimentação da via, esperando a conclusão da obra até ao final da primeira semana de março.
  • A circulação na A1 está interrompida desde 11 de fevereiro.

A Brisa apresentou uma proposta para a reabertura, em sentido alternado, da metade da A1 que não desabou no Mondego. A ideia é permitir a circulação nos dois sentidos no troço sul-norte de forma provisória e condicionada. A decisão dependerá da aprovação das autoridades.

A proposta foi revelada pelo diretor executivo da Brisa, Manuel Melo Ramos, durante uma conferência com jornalistas. A empresa precisa de uma validação por parte dos reguladores para avançar. O IMT e o LNEC devem emitir parecer nos próximos dias.

Até ao momento, permanece em vigor o encerramento da circulação na área afetada desde 11 de fevereiro. O objetivo da Brisa é acelerar a passagem de veículos, enquanto decorrem os trabalhos de reparação e pavimentação na via.

Proposta de abertura provisória

A Brisa afirma que a estrutura do viaduto está estável e que já foi concluída a contenção de danos causados pelo rompimento do dique do Mondego. A reparação e pavimentação estão adjudicadas, com conclusão prevista para o final da primeira semana de março.

A intervenção visa restabelecer o tráfego na A1 entre os pontos afetados, mantendo o controlo de segurança e as condicionantes necessárias. A gestão do troço restrito continua a depender de pareceres das entidades técnicas e regulatórias.

O encerramento parcial da A1, devido ao desabamento parcial, levou à consideração de rotas alternativas. No entanto, a atual avaliação aponta para um retorno gradual, com monitorização contínua das infraestruturas envolvidas.

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