- A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, afirmou, na Amadora, que a coordenação entre autarquias, Proteção Civil e Governo foi decisiva para reduzir os impactos das cheias.
- O Executivo já está a avançar com estudos, concursos e novos modelos de gestão para reforçar a prevenção e a resposta a futuras crises.
- Carvalho destacou que a principal lição é a boa articulação com câmaras municipais, Proteção Civil e atores locais para evitar uma tragédia maior.
- As medidas visam melhorar a prevenção, a resposta rápida e a cooperação entre entidades locais e centrais.
A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, afirmou em Amadora que a coordenação entre autarquias, Proteção Civil e Governo foi decisiva para reduzir os impactos das cheias. O Executivo já avança com estudos, concursos e novos modelos de gestão para reforçar a prevenção e a resposta a futuras crises.
A responsável política sublinhou que a lição das últimas semanas é clara: a boa articulação com as câmaras municipais e os atores locais evitou uma tragédia maior. A afirmação surgiu durante uma intervenção pública na Amadora.
Medidas em curso
O Governo prevê aprofundar a cooperação entre entidades locais e nacionais, com novas diretrizes de gestão de solos e vias de atuação em situações de emergência. Estão também a ser lançados concursos para diagnóstico de vulnerabilidades.
Parcerias e planeamento
Fontes do Ministério do Ambiente indicam que os estudos vão apoiar planos de proteção civil e de ordenamento do território. O objetivo é melhorar a resposta operacional e reduzir riscos em cheias futuras.
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