- A chuva ameaçou várias localidades, mas o Carnaval seguiu em toda a linha pelo país, com folia e cor.
- Em Nazaré, a festa combinou sátira popular com folia; Canas de Senhorim destacou os temas clássicos; Cabanas de Viriato é conhecida pela Dança dos Cus; Podence mantém os caretos e rituais ancestrais.
- Em Loulé, o Carnaval cruzou política com um cheirinho a Brasil; Sesimbra celebrou junto ao Atlântico, com uma emissão especial da Correio da Manhã Rádio.
- Também marcaram presença Mealhada, Ovar, Sines, Elvas, Estarreja e Loures, sempre com máscaras e carros alegóricos.
- No conjunto, o Carnaval português continua a apostar na comunidade, na partilha e na boa-disposição, esperando pela próxima edição.
Foi o Carnaval que atravessou Portugal de norte a sul, mesmo com choques de chuva que chegaram a ameaçar algumas quadras, mas a folia acabou por vencer. O objetivo foi manter viva a tradição, a alegria e o encontro comunitário.
Em Nazaré, a mistura de folia, sátira popular e máscaras traducionais marcou o desfile. Em Canas de Senhorim destacaram-se as coreografias e os trajes clássicos. Cabanas de Viriato ficou associado à Dança dos Cus.
Podence manteve os rituais ancestrais com os caretos a desfilar pelas ruas. Loulé cruzou a temática política com um toque de Brasil, numa esquina cultural única. Sesimbra apresentou a alegria a beira-mar, com transmissão da Correio da Manhã Rádio.
Além destas localidades, o Carnaval manteve-se forte na Mealhada, Ovar, Sines, Elvas, Estarreja e Loures, entre outras, com máscaras e carros alegóricos a compor o mosaico tradicional. Em cada região, a comunidade reuniu-se para partilhar e sorrir.
A observação comum foi a de que o Carnaval português permanece como oportunidade de convívio, identidade e celebração coletiva, continuando a atrair residentes e visitantes. Para o próximo ano, as festividades já começam a desenhar-se.
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