- O mau tempo levou ao paragem dos barcos de pesca e há pescadores que não vão ao mar há dois meses.
- As ajudas do Estado só devem chegar em dezembro, afetando sobretudo os barcos mais pequenos que empregam cerca de dez mil pescadores.
- Pela quebra nas vendas de peixe, as perdas já ultrapassam vinte milhões de euros e podem chegar a trinta milhões no total com fevereiro.
- Nas lotas, no final de 2025 já se verificava um terço das descargas, metade da faturação e o preço médio do peixe aumentou.
- O inverno é considerado muito rigoroso para o setor, com impacto significativo na atividade pesqueira.
Há um inverno que se fará sentir nos cálculos de quem trabalha no mar. O mau tempo obrigou à paragem da pesca e os barcos ficaram em terra. A atividade permanece suspensa há dois meses para muitos pescadores.
A crise afeta sobretudo os barcos menores, que empregam cerca de 10 mil trabalhadores. A paragem acarreta perda de rendimentos, com as ajudas estatais ainda por chegar, previstas apenas para dezembro.
Nas lotas, as evidências da quebra são já visíveis: um terço das descargas, metade da faturação e o preço médio do peixe a duplicar. Segundo o JN, a queda nas vendas pode superar já os €20 milhões, com o cenário ainda a somar fevereiro, elevando o total para cerca de €30 milhões.
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