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Suinicultores apontam maior crise de sempre e exigem apoios urgentes

Suinicultores pedem ajuda urgente após o mau tempo afetar metade da produção nacional, com perdas de muitos milhões e risco social devido ao uso de geradores

Criação de porcos
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  • O setor da suinicultura enfrenta a maior crise de sempre devido ao mau tempo, com 50% da produção nacional afetada.
  • As regiões mais atingidas são Centro, seguida por Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.
  • A FPAS estima perdas de muitos milhões de euros; há falhas de energia e de comunicações, com mais de 50 explorações em Leiria a operar com geradores, a custo diário de cerca de 600 euros.
  • Até ao momento, foram registados 246 ocorrências em explorações que afectaram 1,5 milhões de animais; existem cerca de 3.000 explorações em Portugal.
  • A FPAS considera as medidas do Governo insuficientes e diz que o dinheiro ainda não chegou aos produtores, potenciando uma redução da produção e maior dependência do mercado externo.

Os suinicultores portugueses alertam para a maior crise de sempre no setor, causada pelo mau tempo. Metade da produção nacional está afetada, com prejuízos estimados em muitos milhões de euros. Pedem urgência nas ajudas para evitar um problema social.

Segundo o presidente da FPAS, David Neves, a crise atingiu 50% da produção, com maior incidência no Centro, seguido pelo Alentejo e pela região de Lisboa e Vale do Tejo. A situação permanece especialmente crítica onde houve falhas de energia e de comunicações.

Na região de Leiria, mais de 50 explorações continuam a operar com geradores, o que implica custos diários de cerca de 600 euros por exploração. A FPAS registra 246 ocorrências em explorações e 1,5 milhões de animais afetados.

O setor totaliza cerca de 3.000 explorações de suínos em Portugal. Embora não haja falta de carne de porco assegurada no curto prazo, o mercado europeu oferece excedentes. O autoapoio em Portugal já ronda os 60%.

A FPAS prevê uma redução da produção nacional e maior dependência do mercado externo, com impactos económicos. A internet e as comunicações permanecem deficientes em várias zonas, dificultando a recuperação das explorações.

As medidas anunciadas pelo Governo são consideradas bem estruturadas, mas insuficientes pela federação. O dinheiro disponibilizado ainda não chegou aos produtores, que continuam a suportar um esforço financeiro significativo para mitigar danos.

Impacto regional e mobilização

O núcleo de Leiria evidencia a dimensão regional do problema, com impacto direto em pequenas explorações familiares. A FPAS exige rapidez na libertação de fundos e coordenação de apoio técnico e financeiro para evitar agravamento social.

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