- O Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, encerra ao público a partir da próxima semana para obras de requalificação financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com reabertura prevista para junho.
- Atualmente, apenas a zona que acolhe uma exposição da Fundação Calouste Gulbenkian está em funcionamento; a partir do dia 23 também essa área ficará encerrada.
- O museu registou danos causados pelo mau tempo, com quedas/ deslocamento de chapas e telhas, com recuperação orçada em mais de 200 mil euros e prevista para durar cerca de quatro meses.
- Os trabalhos incidirão nas fachadas e ocorrerão em paralelo com a expansão já em curso, para acelerar a recuperação estrutural do edifício.
- A visita da ministra da Cultura destacou a necessidade de um trabalho estruturante, não apenas cosmético, e o projeto de requalificação inclui revisão de espaços, instalações técnicas, pavimentos, caixilharias, estores, linhas de vida, entre outras intervenções.
O Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, encerra ao público a partir da próxima semana, devido a obras de requalificação financiadas pelo PRR. A reabertura está prevista para junho de 2026, segundo a diretora do museu, Sandra Saldanha.
Atualmente, apenas a área que acolhe uma exposição da Fundação Calouste Gulbenkian permanece em funcionamento. A partir do dia 23, essa zona também ficará encerrada, devido ao plano de obras em curso.
As intervenções visam a revisão e conservação dos espaços e das instalações técnicas do edifício. O investimento do PRR supera os dois milhões de euros, com execução prevista de várias fases ao longo de 2025 e 2026.
Os trabalhos enfrentam condições climatéricas adversas que provocaram danos, com queda ou deslocação de chapas e telhas. A recuperação está orçada em mais de 200 mil euros e deverá durar cerca de quatro meses.
A primeira ronda de intervenções concentra-se nas fachadas. A gestão promete iniciar os trabalhos com a maior rapidez possível, de modo a que coincidam com os restantes planos de requalificação.
Durante a manhã, a ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes, visitou o museu. A diretora afirmou que o foco não é cosmética, mas um trabalho estruturante que ficará para o futuro.
Sandra Saldanha enfatizou que as intervenções vão além de repor apenas elementos danificados. O objetivo é consolidar de forma estrutural o edifício face a tempestades recentes.
Segundo a Câmara de Coimbra, o projeto PRR, aprovado em julho de 2025, prevê a revisão e conservação de espaços e instalações técnicas. Inclui pavimentos, caixilharias, estores e linhas de vida.
Entre as ações, estão a restauração de fachadas e coberturas em pedra, atualizações em áreas técnicas e alterações na cafetaria. Os trabalhos envolvem equipas distintas para cada fase do edifício.
A responsável indicou ainda que as chapas de revestimento não estavam incluídas no PRR original, o que atrasou a resposta aos fenómenos climáticos. As intervenções previstas são, assim, distintas e complementares.
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