- Às 4h de segunda-feira, a Proteção Civil registava 95 ocorrências em Portugal continental, menos 50 do que no sábado.
- As zonas mais afetadas foram o Centro (38 ocorrências) e Lisboa e Vale do Tejo (37), com as sub-regiões de Médio-Tejo (21), Leiria (19), Lezíria do Tejo (dez) e Coimbra (nove) a registarem mais casos.
- A queda de árvores foi a tipologia mais comum (5.649 ocorrências), seguida de inundações (5.252) e quedas de estruturas (3.084).
- Participaram na resposta 64.636 operacionais, apoiados por 26.476 meios.
- Desde as 16h de 1 de Fevereiro, tinham sido registadas 19.066 ocorrências; 16 pessoas morreram no âmbito das depressões Kristin, Leonardo e Marta.
Ao nascer da manhã desta segunda-feira, às 4h, a Proteção Civil reportava 95 ocorrências ligadas à situação meteorológica adversa em Portugal continental, menos 50 do que no sábado. A intensidade do mau tempo continua a exigir resposta operacional.
As regiões mais afetadas são o Centro, com 38 ocorrências, e Lisboa e Vale do Tejo, com 37. Entre as sub-regiões, Médio-Tejo lidera com 21 registos, seguido de Leiria (19), Lezíria do Tejo (10) e Coimbra (9).
No conjunto, estiveram envolvidos 64.636 operacionais, apoiados por 26.476 meios, na resposta a estas ocorrências. A tipologia mais frequente tem sido a queda de árvores, seguida de inundações e quedas de estruturas.
Desdobramentos e impactos
A registarem-se 5.649 quedas de árvores e 5.252 inundações, com 3.084 quedas de estruturas. Movimentos de massa atingem 2.933 registos, a limpeza de vias soma 1.901 ocorrências, e os salvamentos aquáticos e terrestres chegam a 161 e 84, respetivamente.
Desde 1 de Fevereiro, às 16h, já tinham sido registadas 19.066 ocorrências, segundo a ANEPC.
A cronologia dos efeitos inclui danos materiais significativos, com destruição parcial ou total de habitações, empresas e infraestruturas de transporte. O cenário reforça a necessidade de ações preventivas e de planeamento para minimizar impactos futuros.
Medidas e recomendações da ANEPC
A ANEPC insiste na adoção de comportamentos preventivos em áreas de risco e perto de linhas de água. Reinforça a retirada de animais e bens de zonas vulneráveis e a procura de locais elevados dentro de casa.
Ao conduzir, deve-se procurar um local seguro e elevado, longe de água. Em casa, recomenda-se manter-se nos pisos superiores, afastar equipamentos elétricos da água e desligar gás e eletricidade se seguro.
Se for necessário abandonar a habitação, levar apenas o essencial e seguir rotas seguras, atento a sinais de instabilidade do terreno.
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