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Polícias acusadas de violação a turista argentina no Carnaval da Bahia

Três agentes da Polícia Militar da Bahia violaram uma turista argentina numa casa de banho portátil durante o Carnaval em Salvador; ADN confirma identificação dos suspeitos.

Polícia Militar brasileira
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  • Uma cidadã argentina foi violada dentro de uma casa de banho portátil instalada na orla de Salvador, durante o Carnaval no Circuito Barra-Ondina.
  • Os alegados agressores são três agentes da Polícia Militar da Bahia, fardados e em serviço.
  • A vítima, que se afastou do namorado para usar a casa de banho, foi abordada dentro do espaço estreito e forçada a manter relações sexuais sob ameaça.
  • A denúncia foi feita em Camaçari, após a vítima ter recebido atendimento hospitalar para recolha de provas.
  • O secretário de Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, afirmou indignação e firmeza na investigação, cuja conclusão depende da anexação dos resultados de ADN.

Uma turista argentina foi violada sexualmente dentro de uma casa de banho portátil instalada numa das principais avenidas da orla de Salvador, capital da Bahia, durante o desfile de Carnaval de rua no Circuito Barra-Ondina. O ataque ocorreu quando a visitante se afastou do namorado, que também é coincidência policial, para usar a casa de banho. A agressão ocorreu dentro de um espaço estreito das estruturas químicas montadas pela prefeitura.

Os suspeitos foram identificados como três agentes da Polícia Militar da Bahia, todos fardados e em serviço no momento do incidente. A vítima procurou o namorado apenas mais tarde, em Camaçari, para prestar queixa, evitando confrontos que pudessem colocar em risco a investigação.

A agressão foi comunicada posteriormente às autoridades competentes, com a vítima encaminhada a um hospital para observação médica e recolha de vestígios de violência sexual. O caso envolve investigação policial e perícia, com o objetivo de confirmar os factos e a responsabilização dos envolvidos.

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, manifestou indignação e garantiu que os responsáveis serão responsabilizados. O governo estadual revelou que reforçou, este ano, as ações para prevenir assédios no Carnaval, sem prever um crime de tal natureza por membros da própria polícia.

De acordo com as informações oficiais, a investigação está em fase adiantada, aguardando apenas a conclusão dos testes de ADN para confirmar a identidade dos autores. As autoridades mantêm o caso sob reserva para preservar a vítima e a integridade do processo.

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