- O Museu Nacional da Música mudou-se do Alto dos Moinhos, em Lisboa, para o Palácio-Convento de Mafra, apresentando 500 peças dos séculos XII a XXI.
- A coleção é descrita como uma das mais ricas da Europa, com a ideia de música a redefinir o conceito de instrumento.
- No centro da mostra, há um salão imersivo com 24 colunas de som que produzem diferentes camadas sonoras para quem circula ou se senta.
- Cada coluna emite o som de uma voz do grupo de canto alentejano, segundo o diretor Edward Ayres de Abreu, durante a visita da Evasões.
- Em quatro ecrãs LED são exibidos filmes multimédia, incluindo danças moçambicanas, com o objetivo de evidenciar a diversidade da música, tanto em conteúdo como em formato.
O Museu Nacional da Música mudou de localização, saindo do metro do Alto dos Moinhos, em Lisboa, para o Palácio-Convento de Mafra. A instituição reúne 500 peças que datam dos séculos XII a XXI.
A coleção, considerada uma das mais ricas da Europa, redefine o conceito de instrumento ao explorar a música em diferentes formatos e contextos. O espaço quer apresentar a diversidade musical ao público.
No centro do museu fica um salão imersivo com 24 colunas de som, que produzem várias camadas sonoras para quem circula ou se acomoda em puffs e cadeiras. O diretor, Edward Ayres de Abreu, explica a ideia de diversidade musical presente no espaço.
Quatro ecrãs LED exibem filmes multimédia, incluindo danças moçambicanas, ampliando a perceção de expressão cultural. O objetivo é mostrar quão diversa pode ser a música, tanto no conteúdo como no formato.
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